“Quando amamos muito alguém, nós não conseguimos aceitar um fim. Tem gente que mal sai de um relacionamento e já cai de cabeça em outro. Mas e o amor, pra onde é que vai assim tão de pressa? Quer dizer, será amor? Alguma vez foi amor? Constantemente pessoas são trocadas por uma diversão boba de uma noite. Histórias e mais histórias de amor se perdem em meio a uma vasta coleção de abandonos. Por que algumas pessoas agem assim? Será que o amor passou a ter data de validade? As pessoas erram, afinal, somos todos imperfeitos, mas “carne fraca” não é justificativa para nada. Perdoar é preciso. Mas será assim tão fácil? E a dor que fica? Nós somos realmente capazes de perdoar? Lágrimas são derramadas, corações são dilacerados e confiança passa a ser algo difícil de ser recuperada. O medo da entrega passa a ser frequente e o sofrimento perpetua profundamente por muito tempo. Famílias são destruídas, filhos são abalados e porta-retratos são jogados fora. Sonhos são esmiuçados e a alegria dá lugar à tristeza. Inimaginável são as consequências de um ato tão egoísta como este. A traição é um dos piores sofrimentos que uma pessoa pode suportar. Ela mostra que a vida não é como você pensava e que as pessoas não são exatamente como aparentam. Você divide a sua vida, sua casa, confia seus pensamentos mais profundos e obscuros a uma pessoa, e depois ela se torna apenas uma fria e amarga lembrança. É necessário compreender: nem todo mundo que você ama ficará; nem todos os que você confia serão leais. Algumas pessoas passam por nossas vidas para demonstrar-nos um exemplo a não ser seguido. Deixe-as ir, tire-as da sua cabeça. Esqueça seu aniversário, o seu número de celular e as coisas doces que lhe disseram. Você não pode apagá-las do passado, mas elas não precisam estar no seu futuro. Você pode ficar perfeitamente bem sem essas pessoas. Às vezes você tem que ser forte consigo mesmo. Tem que ter pulso e reconhecer que você fez a sua parte, o outro foi quem não soube valorizar.”— Isabela Queiroz e Luana Winter.